40 lugares para conhecer antes de morrer - parte 6
Com a ida aos Estados Unidos em 2010, com certeza já passei de 40 lugares listados no livro 1.000 Lugares Para Conhecer Antes de Morrer, de Patricia Schultz. Mas como faltavam 33 daqueles 40, nem adianta fazer alguma recontagem por agora. Vou seguindo a lista que já estava pronta, com a próxima parada na Itália.
9) Roma e 10) Capela Sistina (páginas 153-157)
Sem hotel reservado em Roma, chegamos pela principal estação de trem e fomos abordadas por um senhor oferecendo um quarto triplo em uma pensão próxima dali. Aceitamos, pois dava para chegar a pé e o valor oferecido parecia justo (algo em torno de 20 euros por pessoa, se não me engano). No breve caminho até nossa base, já começamos a apreciar a beleza dos prédios antigos. Roma é talvez a cidade onde já estive que mais traduz o velho clichê do “museu a céu aberto”.
Boa parte dos locais citados pela autora de 1.000 lugares… faz parte da minha lista de lugares a visitar na capital italiana. Em uma passagem de quatro dias, não temos nenhum grande “achado” romano, a não ser uma singela dica (que vale para quase qualquer lugar do mundo, mas que em Roma tem um sabor especial): se perca.
No primeiro dia, andamos com um mapa turístico, que não tinha metade das ruas do centro de Roma. A cada 200 metros, a gente não sabia direito onde estava. Quando achava que cruzaria mais uma ruela, lá estava a (enorme) Fontana di Trevi (ao lado), com Netuno em sua carruagem puxada por corcéis alados. Mais uma andadinha e (tcharam!), o Pantheon (abaixo) – talvez a construção mais impressionante de Roma, ao lado do Coliseu, erguida em 27 a.C. e reconstruída em 2 a.C., sendo a mais completa estrutura remanescente do Império Romano. No livro, Patricia lembra de algo que li em algum guia antes de ir a Roma: o diâmetro da cúpula do Pantheon é igual à sua altura, e sua sustentação é feita por colunas ocultas nas paredes. Ao lado da Torre Eiffel, é a construção que mais me surpreendeu quando encontrei “pessoalmente”.

Foto do Flickr de Efrén Sánchez
O lugar mais agradável para um passeio à tarde em Roma é a Piazza di Spagna. Com uma escadaria que vai até a entrada da igreja Trinità dei Monti, a praça é ambiente para casais de namorados, crianças e vendedores de bagulhos. Comprei pôsteres de filmes por alguns trocados e apreciei a vista para as sete colinas de Roma.
Por fim, impossível ir a Roma e não passar no Coliseu. Lá dentro, você se lembra de todos os filmes de gladiadores que já viu na vida e imagina aquele lugar cheio (a capacidade era para 50 mil pessoas). Abandonado, virou praticamente uma casca, sem piso nem assentos Quando eu fui, em 2003, o subsolo não era aberto para visitação. Desde o ano passado, os túneis e passagens subterrâneas podem ser visitados pelos turistas. Imagino que seja uma experiência ainda mais emocionante.
Dentro de Roma, mas fora de Roma, está a cidade do Vaticano. A primeira coisa que eu pensei ao colocar meus pés na Praça de São Pedro foi “sério, nunca ouvi uma mistura de línguas tão grande, nem na Disney”. Católicos (e não católicos e muitos não praticantes) do mundo inteiro se reúnem na terra do Papa. Além da Basílica de São Pedro, com seu pé direito altíssimo, a visita vale pelo Museu do Vaticano, onde estão obras-primas de artistas como Rafael e Michelangelo. A mais famosa delas, o teto da Capela Sistina, foi pintado por Michelangelo entre 1508 e 1512. A visita é rápida demais para observar todos os detalhes da pintura, mas vale cada segundo.
Outros posts sobre lugares citados no livro:
1) Londres;
2, 3 e 4) Évora, Óbidos e Sintra;
5 e 6) Paris e Catedral Notre-Dame;
7) Palácio de Versalhes;
8) Vale do Reno.
Próximas paradas: 11 e 12) Florença e Galeria Uffizzi
- viagem | Time: 2:24 am Comentários (2)















