40 lugares para conhecer antes de morrer - parte 5
Antes tarde do que ainda mais tarde. Volto às atividades deste blog falando de uma das coisas que eu mais gosto de fazer: viagens. Andei fuçando nos arquivos antigos e lembrei que tinha parado minha contabilidade dos lugares para onde já fui entre os listados no livro 1.000 Lugares Para Conhecer Antes de Morrer, de Patricia Schultz. Em 2006, estava em 28 e só tinha escrito sobre sete. Fiz agora uma nova conta e cheguei a 40. Sem mais desculpas e explicações, vamos lá, porque ainda falta falar de 33 – e visitar outros 960.
8) Vale do Reno - Alemanha (páginas 123 e 124)
Em 2002, fui com meu pai em um vôo cargueiro até Frankfurt. O hotel dos tripulantes, porém, ficava em Mainz, capital da Renânia-Palatinado. Terra natal de Gutenberg, Mainz é banhada pelo Reno e, além do rio, tem uma série de atrações turísticas, como a catedral Kaiserdom e o próprio museu do Gutenberg. A lembrança do inventor da imprensa, por sinal, está por todos os lados, em estátuas, nomes de barcos e de prédios.
Um dos lugares mais agradáveis para passear na cidade é a beira do Reno, mas é ótimo se perder pelas ruas pequenas do bairro histórico, onde vi, pela primeira vez em seu país de origem, uma série de casas em estilo enxaimel.
Com um Smart alugado, pegamos estrada margeando o Reno até Koblenz. O caminho é cercado de paisagens com direito a vinhedos, florestas, castelos instalados em penhascos e cidadelas que vivem da produção de vinho – especialmente Riesling.
Em Koblenz, fica a fortaleza Festung Ehrenbreitstein, que além de ser um belo ponto turístico, é de onde se pode ter a melhor vista do encontro dos rios Reno e Mosel:

Foto do Flickr de ScotchMist
A partir de Koblenz, pelas margens do Mosel, chegamos a Trier. Assim como todo o caminho até lá, há muitos resquícios do Império Romano e da Idade Média. Ruínas de termas romanas, castelos e muralhas. Em Trier, chama a atenção a Porta Nigra (pelo nome latino, não é difícil deduzir que é do tempo dos romanos). Um lugar onde eu fiz questão de entrar foi no museu montado na casa de Karl Marx, que era de Trier.
Em todos os restaurantes, museus, igrejas e outros pontos visitados, mesmo nas cidades bem pequenas do interior, as pessoas se esforçavam para entender nosso inglês. As estradas, bem sinalizadas, eram ótimas de andar. Certamente, uma região que merece ser visitada.
Outros posts sobre lugares citados no livro:
1) Londres;
2, 3 e 4) Évora, Óbidos e Sintra;
5 e 6) Paris e Catedral Notre-Dame;
7) Palácio de Versalhes.
Próxima parada: Roma, na Itália
- viagem | Time: 3:55 am
