Mesmo que sejam apenas duas pessoas que reclamam da falta de atualização deste blog, publico esse post para falar justamente sobre o que tem ocupado meus dias e me deixado cada vez mais longe do diário virtual. São basicamente três coisas: estudo, trabalho e diversão (no caso, o final do semestre na faculdade de História, a volta ao plantão da Geral na ZH e a Copa do Mundo).
Cinco anos depois de passar no primeiro vestibular, voltei a saber o que significa a palavra “estudo”. Mesmo fazendo apenas duas míseras cadeiras, li neste semestre mais do que em uns dois anos na Fabico (leituras ligadas à faculdade, obviamente). Agora há pouco, acabei de preparar minha apresentação sobre os fenícios, trabalho da cadeira de História Antiga. À tarde, enquanto ouvia o jogo entre Suécia e Inglaterra, briguei um um texto em espanhol sobre o surgimento da agricultura no período neolítico, sobre o qual terei de escrever um trabalho para a cadeira de Pré-História. Falando assim, imagino que meus estudos não pareçam interessantes para muita gente, mas confesso que estou adorando o clima da faculdade, assim como o fato de aprender coisas que eu nunca tinha imaginado ou parado para pensar.
No jornal, voltei à Geral. Depois de umas semanas no Esporte, onde estava ajudando a manter o blog Cozinha da Copa, estou novamente no plantão da noite. O lado ruim é que estava me acostumando a sair cedo e poder jantar em casa ou pegar um cineminha, fora que trabalhar com a cobertura da Copa é sempre divertido. O lado bom é que posso acompanhar todos os jogos do Mundial em casa, dando a devida atenção que as partidas merecerem (ou não).
Pois, desde o dia 9, meus finais de manhã e minhas tarde são dedicadas ao futebol. Sempre gostei de acompanhar a Copa do Mundo. Em 1994 e 1998 sempre tinha jogo nos meus horários de aula ou de atividades extraclasse. Na Copa da Ásia, me limitava a acordar de madrugada para ver o Brasil. Desta vez, parei para assistir até ao péssimo México x Angola. Não vou aqui dizer o que achei de cada jogo, como o Solon está fazendo – até porque ele escreve em um blog dedicado a esporte –, mas estou com aqueles que não acreditam que o Brasil vá levar essa Copa. Sempre simpatizante dos times africanos, torci por Costa do Marfim, Angola, Togo, e concentro minhas esperanças na seleção de Gana. Aliás, se pegarmos os ganeses na próxima fase, sou africana desde pequena.
Ah, sim, quanto aquele assunto mulherzinha que sempre surge em tempos de Copa, meu voto para boleiro mais bonito/charmoso/gostoso continua sendo do Figo, seguido de Beckham e Owen. Deixando a tradição de lado, chamaram minha atenção este ano o alemão Ballack, o sueco Ljungberg e o marfinense Drogba (um dos preferidos da minha irmã). O Brasil continua fraco, ainda mais para quem nunca curtiu o Kaká, mas o Fred até que é bonitinho.
P.S.: desde a última atualização, passei uma semana em Sampa, mas isso é assunto para um próximo post, depois que eu terminar meu trabalho de Pré-História.